Interpretar ou criticar



(Ceticismo da Fé)
Share/Save/Bookmark

O darwinismo e seus Nostradamus

Há mais de 150 anos, desde que Darwin publicou seu livro A Origem das Espécies, não há nenhum órgão ou ideia, nenhum sentido ou pensamento, que não tenha sido objeto das elucubrações evolutivas dos devotos do naturalista. Um caso curioso e não tão antigo (2006) refere-se às previsões feita pelo teórico da evolução Oliver Curry, da London School of Economics. São deles as seguintes previsões:

1. Dentro de 100.000 anos a humanidade sofrerá variações genéticas que poderão dividi-la em duas subspécies.

2. Uma dessas espécies será composta de pessoas altas, sadias, atraentes, criativas e inteligentes; a outra, por sua vez, será formada por pessoas bobas, feias e parecidas com duendes.

3. Os humanos serão mais seletivos e exigentes na escolha de seus parceiros.

4. As pessoas assemelhá-se-ão aos Eloi e Morlocks na ficção criada por H. G. Wells em seu romance A Máquina do Tempo.

5. Daqui a 1.000 anos os humanos se transformarão em gigantes com mais de dois metros de altura, enquanto sua expectativa de vida aumentará para 120 anos.

6. Em consequência de seu excelente estado de saúde, as pessoas terão melhor aparência e se mostrarão mais jovens e férteis.

7. Os traços faciais nos homens serão bem distribuídos, e eles adquirirão porte atlético e mandíbulas mais quadradas, ao mesmo tempo em que seus pênis aumentarão em tamanho.

8. Já as mulheres terão uma pele mais clara, sedosa e com ausência de pêlos; terão igualmente olhos claros, cabelos brilhantes, seios mais avolumados e feições mais harmoniosas.

9. As diferenças raciais serão amenizadas pela misturas das raças, que se tornarão uniformes na tonalidade semelhante ao café.

10. Daqui a 10.000 anos os seres humanos pagarão um preço muito alto por depender da tecnologia.

11. Acostumados a artifícios que saciam suas necessidades, as pessoas ficarão parecidas a animais domésticos.

12. Os humanos se tornarão menos românticos, simpáticos e respeitosos; também terão sua capacidade de interação com os outros reduzida, e terão também menos espírito de equipe.

(Criacionismo)
Share/Save/Bookmark

Declarações polêmicas de Stephen Hawking

Meses atrás, Diane Sawyer, do canal ABC News, perguntou ao célebre físico Stephen Hawking sobre o maior mistério que ele gostaria de resolver. Resposta: “Quero saber por que o universo existe, por que há algo maior do que o nada.” Hawking ocupou, até o ano passado, a cátedra Professor Lucasian de Matemática da Universidade de Cambridge (posição que pertenceu a Sir Isaac Newton, o “pai da física”). Seus livros Uma Breve História do Tempo e O Universo Numa Casca de Noz se tornaram clássicos da literatura científica. Ele também fez aparições breves em produtos da cultura pop, como “Os Simpsons” e “Star Trek”.

Ultimamente, Hawking tem ocupado espaço na mídia graças a declarações polêmicas e que poderiam ser classificadas como a falácia (i)lógica non sequitur. Para Sawyer, ele disse: “Eles fizeram [Deus] um ser parecido ao ser humano, com quem se pode ter um relacionamento pessoal. Quando você olha para a vastidão do universo e para como uma vida humana acidental é insignificante em si mesma, isso parece muito impossível.” (O que uma coisa tem que ver com a outra, pergunto?)

Quando Sawyer perguntou se havia uma forma de conciliar a religião e a ciência, Hawking disse: “Há uma diferença fundamental entre a religião, que se baseia na autoridade, e a ciência, que se baseia na observação e na razão. A ciência vai ganhar porque funciona.” (Ele parece ignorar o fato de que em ambas, ciência e religião, podemos e devemos utilizar a razão, mas que, infelizmente, igualmente em ambas, há muito de autoridade humana.)

Hawking andou falando, também, que é provável que exista vida extraterrestre, mas uma visita de extraterrestres poderia ser semelhante à chegada de Cristóvão Colombo às Américas. “Se os extraterrestres nos visitarem, o resultado seria muito parecido a quando Colombo desembarcou na América, que não deu muito certo para os nativos americanos”, disse ele. “Só precisamos olhar para nós mesmos para ver como a vida inteligente pode se desenvolver para algo que não gostaríamos de conhecer.” (O físico descarta a fé, mas faz livremente afirmações sem base factual.)

O universo pode criar a si mesmo?

Nesta semana, o cientista voltou a ser notícia, desta vez com uma declaração ainda mais bombástica: “Por haver uma lei como a gravidade, o universo pode e irá criar a ele mesmo do nada. A criação espontânea é a razão pela qual algo existe ao invés de não existir nada, é a razão pela qual o universo existe, pela qual nós existimos. Não é necessário que evoquemos Deus para iluminar as coisas e criar o universo.” (Perguntar não ofende: Como a gravidade pode existir quando não existe nada? Ou eu não entendi nada de minhas aulas de Física, ou mentes brilhantes também cometem falhas como essa…)

É uma mudança considerável de pensamento. Em Uma Breve História do Tempo, Hawking sugeria que a ideia de Deus ou de um ser divino não é necessariamente incompatível com a compreensão científica do universo. Mas, em seu mais recente trabalho, The Great Design, o físico cita a descoberta, feita em 1992, de um planeta que orbita uma estrela fora do Sistema Solar, como um marco contra a crença de Isaac Newton de que o universo não poderia ter surgido do caos. “Isso torna as coincidências de nossas condições planetárias – o único sol, a feliz combinação da distância entre o Sol e a Terra e a massa solar – bem menos importantes, e bem menos convincentes, como evidência de que a Terra foi cuidadosamente projetada apenas para agradar aos seres humanos”, afirma Hawking.

Com todo respeito a Hawking (afinal, devo muito do meu fascínio pela ciência à leitura, na adolescência, de Uma Breve História do Tempo), é uma contradição afirmar, sem base, que Deus não existe e, ao mesmo tempo, elaborar tantas especulações sobre hipotéticos extraterrestres. Hawking ocupou a cadeira que foi de Newton, mas não mantém a mesma postura do grande precursor da ciência que era, também, grande teólogo. Ciência e religião, para o “pai da física”, eram duas lentes dos mesmos óculos.

No site do jornal Diário Catarinense é dito que, “segundo [Hawking], as condições que deram à Terra o ambiente perfeito para a existência da vida humana são muito menos singulares do que se supunha. Ou seja, há muitos outros lugares no universo com características semelhantes. Hawking vai além: é provável que existam outros universos. Ou seja, se a intenção de Deus era criar o homem, para que outros universos?”

Hipótese por hipótese…

Quem disse que a Terra é o único planeta projetado para acolher vida humana? Hawking parte de uma premissa hipotética não testável para negar a existência de Deus. No entanto, assume que possam existir leis finamente ajustadas (como a da gravidade) sem a necessidade de um Legislador e mesmo sem matéria. Diz ainda que o universo poderia criar a si próprio a partir do nada, desafiando, assim, a lógica, a ciência e o bom senso. A existência de outros universos também é uma hipótese improvável, mas Hawking a usa para afirmar a não existência de Deus. Quem disse que a intenção de Deus era criar apenas os seres humanos deste planeta? Se vida for encontrada em outras partes do universo, isso apenas provará que o design inteligente não existe apenas neste planeta, afinal, explicar a origem da vida – aqui ou em qualquer canto do cosmos – continua sendo um grande problema para os naturalistas. Mudar de ideia não é “crime”, mas essa “nova compreensão” de Hawking, em minha opinião, arranha seu tremendo legado intelectual.

Ao contrário do que ele pensa, Deus é pessoal e quer Se relacionar conosco, preenchendo o vazio que somente Ele pode preencher. Espero que o cientista e muitas outras pessoas façam a maior descoberta de sua vida: o Criador do universo existe e logo vamos conhecê-Lo pessoalmente.

(Criacionismo)
Share/Save/Bookmark

Mais mau exemplo do “Harry Potter”

O ator Daniel Radcliffe, protagonista da série “Harry Potter”, afirma em entrevista ao jornal britânico Guardian, publicada esta semana, que após o fim da saga do bruxinho, gostaria de interpretar uma drag queen ou um travesti. “Adoraria atuar como uma drag queen ou um travesti, principalmente por causa dos figurinos. Mas não faria somente para me fantasiar, o roteiro teria que ser bom. Sei que fico bem com os olhos maquiados, e como não vou virar emo, a outra opção é interpretar uma drag Queen”, diz Radcliffe. O ator retorna às telas de cinema na próxima quarta-feira (15) no papel do bruxinho no sexto filme da série, “Harry Potter e o enigma do príncipe”. “O sexto número é um livro muito difícil, porque é essencialmente o que leva ao último. Acho que me saí bem, mas sei que tenho muito mais para mostrar do que mostro nesse filme”, diz o ator de 19 anos. [...]

Ainda na entrevista, o ator desmente um boato que surgiu durante as filmagens do novo longa-metragem da série e diz que não bebeu cerveja fabricada por monges no set de “Harry Potter”. “Eu não bebo cerveja, é uma regra”, afirma Radcliffe, que diz preferir tequila ou whisky sour. “Eu amo tequila, é uma bebida que deixa você embriagado de uma forma muito específica.”

Ele também conta que prefere os bares às boates, e que sua música favorita é indie rock – “de Radiohead a Hold Steady”, diz o astro. Mas Daniel - ou Dan, como é chamado por seus amigos - afirma que evita sair à noite sozinho por causa dos paparazzi. “Aprendi que não devo me deixar vulnerável”, diz. [...]

(G1 Notícias)

Nota: Drag queen, apreciador de tequila (até a embriaguês), frequentador de bares... Lamentavelmente, é o tipo de ídolo de muitos jovens.[MB]

(Criacionismo)
Share/Save/Bookmark

Principal ativista gay da Inglaterra reivindica redução da idade de consentimento sexual para 14 anos


Hilary White

LONDRES, Inglaterra, 1 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um dos principais ativistas homossexuais da Inglaterra de novo reivindicou a redução da idade de consentimento sexual de 16 para 14, dizendo que isso reduzirá os incidentes de abuso sexual de jovens. Peter Tatchell, fundador do grupo OutRage! (Revolte-se!), escreveu no site Big Think, “Quer gostemos ou não, muitos adolescentes têm sua primeira experiência sexual por volta da idade de 14 ou 15.”
“Se quisermos proteger os jovens, e eu quero, o melhor jeito de fazer isso é não os ameaçando de prisão, mas dando-lhes educação franca e de alta qualidade envolvendo sexo e relacionamentos sexuais, inclusive para crianças bem novas. Isso inclui dar a eles mais permissões e autoridade, com treinamento, conhecimento e confiança para dizer não aos avanços sexuais indesejados e denunciar abusadores sexuais. Em comparação com a abrangente criminalização de menores de idade sexualmente ativos, essa estratégia de dar permissões é um jeito mais eficiente de proteger os jovens de pressões dos amigos e dos pedófilos”.
Uma idade de consentimento mais elevada realmente coloca adolescentes mais jovens em maiores riscos de abuso “ao reforçar a ideia de que jovens abaixo de 16 anos não têm direitos sexuais”, Tatchell disse. “Eles dão o sinal de que um jovem não tem a capacidade de fazer uma escolha racional e moral sobre quando ter sexo”.

“Culpa e vergonha sobre sexo também aumentam a probabilidade de abuso sexual ao incentivar a malícia e o segredo em que se desenvolve o abuso”, ele acrescentou.

“Apesar do que os puritanos e odiadores do sexo dizem, sexo entre menores de idade é em grande parte feito de forma consentida, segura e divertida”, Tatchell disse. “Se danos são provocados, geralmente não é como consequência do sexo em si, mas por causa de abuso emocional dentro de relacionamentos e por causa de sexo inseguro, que pode transmitir infecções e engravidar meninas novas quando elas não estão preparadas para ser mães”.

OutRage! está há muito tempo fazendo pressão política em prol da redução da idade de consentimento na Inglaterra, onde a idade já havia sido reduzida para atos homossexuais da idade de 21 em 1994 e de novo em 2000 para 16, depois de intensa pressão política de ativistas homossexuais.

Carolyn Moynihan, jornalista de Auckland com um interesse pessoal em questões de família, respondeu na Mercatornet, dizendo que é “um pouco surpreendente” que Tatchell tenha feito a sugestão na época em que fizer parte de uma manifestação contra o Papa Bento, ao qual ele acusa de não proteger jovens de predadores sexuais.

Moynihan disse: “É claro que sempre haverá menores de idade que têm sexo, mas isso não significa que a lei deveria fazer vista grossa. Sexo é uma parte muito complicada da conduta humana que é complexa demais para os jovens entenderem”.

Ela citou estudos que mostram que os jovens, principalmente as meninas, que têm sexo muito cedo muitas vezes lamentam. Ela cita David Lindsay, colunista do jornal Daily Telegraph, dizendo: “O sexo é para pessoas que sabem como lidar com as consequências, físicas e outras. Numa palavra, adultos”.

(Notícias Pró-Família)
Share/Save/Bookmark

O Pecado de Cam: análise bíblica e do Espírito de Profecia

Você já teve curiosidade de saber por que Cam (ou Cão em algumas versões da Bíblia) foi duramente amaldiçoado por seu próprio pai? Será que ter visto o pai nu seria tão pecaminoso a ponto de ter sua descendência condenada à servidão?

Uma vez ouvi dizer que Cam teria se deitado com a mulher de seu pai, mas não havia muitas evidências, mesmo citando Levítico 20:11 que diz: “O homem que se deitar com a mulher de seu pai terá descoberto a nudez de seu pai”. A maioria dos comentaristas da Bíblia simplesmente afirmam que Cam viu o pai nu e isso foi falta de respeito.

O objetivo deste artigo é fazer uma análise bíblica e do Espírito de Profecia para descobrir o que foi esse pecado. Antes, leiamos o texto a ser estudado:
Genesis 9:21 a 25: “Bebendo do vinho, embriagou-se e se pôs nu dentro de sua tenda. Cam, pai de Canaã, vendo a nudez do pai, fê-lo saber, fora, a seus dois irmãos. Então, Sem e Jafé tomaram uma capa, puseram-na sobre os próprios ombros de ambos e, andando de costas, rostos desviados, cobriram a nudez do pai, sem que a vissem. Despertando Noé do seu vinho, soube o que lhe fizera o filho mais moço e disse: Maldito seja Canaã; seja servo dos servos a seus irmãos”.

É interessante notar que Noé, pai de Cam, não estava sóbrio, ou seja, seu filho teria se aproveitado de uma situação de embriagues do pai para fazer algo abominável, pois foi dura sua punição.

O que significa ver a nudez? Quando Moisés (o mesmo autor de Genesis) se refere às leis dos pecados sexuais em Levítico, usa o mesmo termo de Genesis para “nudez” (‘erevat). Leia atentamente os textos seguintes para responder o que significa ver ou descobrir a nudez de alguém no pensamento de Moisés:

Levítico 20:17 a 20: “Se um homem tomar a sua irmã, filha de seu pai ou filha de sua mãe, e vir a nudez dela, e ela vir a dele, torpeza é; portanto, serão eliminados na presença dos filhos do seu povo; descobriu a nudez de sua irmã; levará sobre si a sua iniqüidade. Se um homem se deitar com mulher no tempo da enfermidade dela e lhe descobrir a nudez, descobrindo a sua fonte, e ela descobrir a fonte do seu sangue, ambos serão eliminados do meio do seu povo. Também a nudez da irmã de tua mãe ou da irmã de teu pai não descobrirás; porquanto descobriu a nudez da sua parenta, sobre si levarão a sua iniqüidade”.

Ver ou descobrir a nudez é mais do que simplesmente observar com os olhos alguém nu, a expressão é um eufemismo para contatos íntimos ou até mesmo relações sexuais. Assim, provavelmente, o que Cam fez foi mais do que ver seu pai nu.

Não pretendo definir na prática como foi o acontecido, mas fica claro que ele ofendeu a honra do pai, e por isso, ele e sua geração foram amaldiçoados por isso.

Os descendentes de Cam, os Cananitas, perpetuaram práticas homosexuais, e anos mais tarde Deus destruiu Sodoma e Gomorra por causa de perversões, dentre elas, desta mesma natureza. Em Genesis 19 vemos que os cananitas queriam cometer atos homosexuais com os anjos que foram visitar a cidade, e só não fizeram por que foram impedidos pelo poder de Deus.

A escritora Ellen G. White inspirada por Deus comenta o seguinte sobre o pecado e condenação de Cam:

“Seguindo a linhagem de Cão, por meio do filho em vez de o pai, declarou ele: 'Maldito seja Canaã; servo dos servos seja aos seus irmãos.' Gên. 9:25. O atentado aos sentimentos de afeição natural por parte de Cão, declarou que a reverência filial muito tempo antes havia sido repelida de sua alma; e revelou a impiedade e vileza de seu caráter. Estas más características perpetuaram-se em Canaã e sua posteridade, cujo delito, continuado, atraiu-lhes os juízos de Deus”. E.G. White, Patriarcas e Profetas, 117.

A expressão usada por ela é “atentado aos sentimentos de afeição natural” ou em inglês “unnatural crime”. Essa mesma expressão “unnatural crime” se refere ao pecado de Ruben (Patriarcas e Profetas, 238), que foi de ordem sexual; e ao pecado de Amnon (Patriarcas e Profetas, 727), também de ordem sexual. Ou seja, quando ela diz que o pecado de Cam foi um “unnatural crime”, ela está se referindo a um pecado de ordem sexual.

Em Romanos 1:26 e 27 Paulo usa uma terminologia semelhante quando fala que homens e mulheres mudaram seu contato ou modo natural, e ele se refere explicitamente ao homossexualismo. Leia: “semelhantemente, os homens também, deixando o contato natural da mulher, se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo, em si mesmos, a merecida punição do seu erro” (Romanos 1:27).

Note também que ao falar do pecado de Cam Ellen White enfatiza “impiedade e vileza de seu caráter” e que “estas más características perpetuaram-se em Canaã e sua posteridade, cujo delito, continuado, atraiu-lhes os juízos de Deus”. Não poderíamos supor que ver alguém nu seria tão abominável para ser descrito como lemos. E como foi mencionado, os descendentes de Cam realmente foram punidos por essas práticas homossexuais.

Assim, tudo leva a crer que o pecado de Cam foi o de homossexualismo. Desta forma, fica mais um alerta sobre esta questão que é condenada na Bíblia.

Pr. Yuri Ravem
yuriravem@yahoo.com.br

(Nisto Cremos)
Share/Save/Bookmark

Vídeo mostra adultos ensinando criança a fumar


Imagens gravadas no celular de um traficante preso na Paraíba revoltaram a polícia, que investiga o caso. Uma criança que aparenta ter cerca de três anos recebe um cigarro de maconha e é estimulada a fumar. Um dos homens do grupo ensina como se faz. Quando a criança coloca na boca, o grupo todo comemora. As imagens estão sendo investigadas pelo Serviço de Inteligência do 5º Batalhão da Polícia Militar e pela delegacia de Roubos e Furtos, órgãos responsáveis pela operação Cabedelo, realizada nesta quarta-feira e que resultou na apreensão do celular.
Segundo informação do site Paraíba 1, da TV Cabo Branco, o tenente Ednaldo, comandante do Serviço de Inteligência, informou que o vídeo estava no celular de A.T, mais conhecido como 'Chapola', acusado de chefiar o tráfico de drogas e ordenar execuções no conjunto Renascer, em Cabedelo, município da Região Metropolitana de João Pessoa.
Detido na Central de Polícia para prestar depoimento, o traficante teria assumido que o celular pertence a ele e que vídeo teria sido gravado na praia do Poço, em Cabedelo. As pessoas que aparecem nas imagens colocando o cigarro na mão da criança não teriam sido identificadas pelo acusado.

O acusado de tráfico, A.T., também será levado para exames no IPC. É que ainda há dúvidas com relação à idade dele, que diz ser menor de idade. Contudo, segundo parentes e os agentes de investigação, ele teria 19 anos e já pode responder criminalmente pelas denúncias.

A polícia suspeita que a facção criminosa comandada por Chapola seja responsável por pelo menos 15 homicídios. Eles também estariam envolvidos em um tiroteio com a Polícia Militar ocorrido em agosto, quando o Corpo de Bombeiros tentou entrar no Renascer III para controlar um incêndio.

Ele e os dois jovens presos nesta quarta devem ser autuados em flagrante por formação de quadrilha e porte ilegal de armas. As demais acusações contra ele serão apuradas pela delegacia de Roubos e Furtos.

Nota: Se isso não é um cumprimento fiel do que a Bíblia Sagrada fala quanto ao amor que haveria de se esfriar nos últimos tempos, então não sei do que se trata isso.

Digo que é um cumprimento desta profecia referente à falta de amor crescente na humanidade, porque um pai ou adulto, que tem amor verdadeiro por uma criança, nunca cometeria tamanha irresponsabilidade. Não se trata, apenas, de um problema educacional. Tem relação direta com a ausência ou enfraquecimento dos princípios morais e espirituais que ajudam a dar um norte diferente na vida.

A Bíblia apresenta muito o conceito de ensino de pai para filho acerca de valores. Não é o que vemos nos dias atuais em grande parte dos lares. O caso acima é extremo, mas há outros pequenos maus exemplos escondidos não apenas entre as classes baixas, mas nas altas também.

(Realidade em Foco)
Share/Save/Bookmark

“Hitler do clima” muda de ideia e quer lutar contra o aquecimento global

Um dos mais famosos questionadores do aquecimento global, o dinamarquês Bjorn Lomborg, afirmou na terça-feira (31) ao jornal britânico “Guardian” que mudou de ideia e vai lutar contra a mudança climática a partir de agora, segundo informações da “Folha de São Paulo”. Lomborg, que é estatístico e costumava diminuir a importância do tema, resolveu lançar um livro no próximo mês pedindo uma verba de cerca de US$ 100 milhões para combate ao aquecimento global.

Na obra, ele, que ficou conhecido como "Hitler do Clima" pelas suas opiniões, e economistas analisarão as ações contra a mudança climática e farão sugestões de investimentos em energia limpa, segundo informações do jornal.

Lomborg disse ao “Guardian” que sempre aceitou a existência do efeito humano na questão, porém mostrava na sua obra “O Ambientalista Cético” e nas suas palestras que controlar o aquecimento global tinha um custo muito alto. Agora, ele pensa que o importante é saber onde se deve gastar dinheiro para tentar diminuir o problema, ainda de acordo com a “Folha”

(Resta uma Esperança)
Share/Save/Bookmark

A Grande Chuva de Meteoros de 1833 e os Adventistas

A mais de Cento e cinquenta anos atrás no mês de novembro, uma espetacular chuva de meteoros caiu sobre a América do Norte. Os estudantes da profecia bíblica, viram neste evento, o cumprimento das palavras de Cristo em Marcos 13:25-26: “as estrelas cairão do firmamento, e os poderes dos céus serão abalados. Então, verão o Filho do Homem vir nas nuvens, com grande poder e glória”.

Este dramático evento astronômico prendeu a imaginação popular como nenhum outro, exceto talvez, pelas missões lunares da Apolo e o cometa Halley. As palavras do Apocalipse descreveram literalmente o que dezenas de milhares de pessoas viram: “E as estrelas do céu caíram sobre a Terra, como quando a figueira lança de si os seus figos verdes, abalada por um vento forte” (Apoc. 6:13). Ellen White escreveu: “Esta profecia teve cumprimento surpreendente e impressionante na grande chuva meteórica de 13 de novembro de 1833. Aquela foi a mais extensa e maravilhosa exibição de estrelas cadentes que já se tem registrado” (O Grande Conflito pág 333).

William Miller já estivera pregando a profecia bíblica por vários anos quando esta ocorrência espetacular concentrou atenção adicional em sua mensagem.

Numerosas testemunhas testificaram a natureza incomum do evento. O Professor Denison Olmsted, de Yale, escreveu: “Para formar uma idéia do fenômeno, o leitor pode imaginar uma constante sucessão de bolas de fogo, semelhantes à foguetes, irradiando em todas as direções a partir de um ponto no céu. . . [Houve] meteoros de vários tamanhos e graus de esplendor: alguns simples pontos, mas outros eram maiores e mais brilhantes do que Júpiter ou Vênus”. (1)

O Dr. Humphreys, presidente do St. John’s College em Annapolis, declarou: “Durante o período imediatamente anterior ao amanhecer, o evento foi observado por muitas pessoas inteligentes na cidade, cujas declarações coincidem mais perfeitamente, quanto ao número quase infinito de meteoros. Nas palavras da maioria dos observadores, eles caíram como flocos de neve”. (2)

Embora muitas vezes os meteoros fossem observados, a sua causa foi mal compreendida até o final do século XVIII. Repercutindo séculos de superstição na interpretação dos fenômenos naturais, muitos cientistas não estavam dispostos a aceitar os relatórios populares, independentemente de quão bem documentados eles fossem. Por exemplo, quando a Academia Francesa de Ciências enviou uma comissão para Luce para examinar as circunstâncias da queda de um meteorito, apesar do testemunho unânime de numerosas testemunhas oculares, a Comissão concluiu que a pedra não caiu do céu, mas foi atingida por um raio. (3)

Thomas Jefferson disse que ele preferia acreditar que um professor Yankee mentiria do que acreditar que as pedras pudessem cair do céu (4). No entanto, ao início do século XIX os cientistas reconheceram a natureza geral dos meteoros como massas de pedra ou metálicas aquecidas a temperaturas incandescentes pelo atrito com a atmosfera.

Iniciado o Estudo Científico

O chuveiro meteórico de 1833 marcou não só o cumprimento de uma profecia bíblica, mas foi o evento que lançou o início do estudo científico de meteoros de uma forma abrangente. Muitos observadores dessa chuva de meteoros observaram que as trilhas dos meteoros pareciam irradiar de um ponto comum no céu, perto do pescoço da constelação de Leo ( o Leão). Este indício levou os primeiros pesquisadores a idéia de que o evento resultou de um conjunto disperso de detritos interplanetários cuja órbita atravessou a órbita da Terra. A radiação visível de um ponto no céu foi causada pela perspectiva terrena de observar o fenômeno numa alta altitude. Os cientistas perceberam que a órbita da Terra e os meteoros poderiam se cruzar várias vezes, e que o chuveiro meteórico poderia ser um evento períodico.

Uma similar, porém bem menos divulgada chuva de meteoros, tinha ocorrido na América do Sul em 1799. O bem-conhecido cientista e viajante Humboldt, referiu-se á “milhares de meteoros e bolas de fogo, que se deslocam regularmente de norte a sul, com nenhuma parte do céu tão grande como duas vezes o diâmetro da lua, não preenchida a cada instante pelos meteoros” (5)

Outro viajante no mar ao largo do Cabo da Florida escreveu sobre a chuva de meteoros de 1799: “O fenômeno foi grande e impressionante, o céu inteiro parecia como que iluminado por foguetes. . . que apareciam a todo instante tão numerosos quanto as estrelas” (6) . Relatos de nativos da América do Sul indicaram que uma queda semelhante ocorria a cada 33 ou 25 anos. Baseados nisso, os primeiros pesquisadores vincularam este chuveiro com outros registrados já há muito tempo em 585 DC. (7)

Este grupo de meteoros foi nomeado de Leónidas devido a constelação Leo, da qual eles pareciam irradiar em sua queda no outono de 1833. Foi uma ocasião feliz quando esse fenômeno voltou a ocorrer, como previsto em 1866. No entanto, o número de Leónidas observado em 1866 foi significativamente menor do que os observados em 1833 ou 1799.

Os observadores sofreram agudo desapontamento quando em 1899, a chuva de meteoros não ocorreu conforme o esperado. O autor do livro Meteors escreveu: “É a opinião pessoal do escritor que o fracasso do retorno das Leónidas em 1899 foi o pior golpe já sofrido pela astronomia aos olhos do público”. (8)

Apesar de um bom chuveiro de Leónidas visto em 1932 (embora menos intenso do que 1866) o interesse público pelo fenômeno foi em grande parte perdido. Era suposto por alguns que a repetida interação gravitacional entre o enxame de meteoros e outros planetas tinha removido seu caminho da órbita da Terra e que futuras grandes quedas seriam improváveis (9). Em 16 de novembro de 1966, a noite do próximo retorno programado, meteoros começaram a chegar em uma intensidade moderada de cerca de 50 por hora. Então, pouco antes do amanhecer, o espetacular aconteceu de novo: “A taxa continuou a aumentar, então vimos uma chuva de meteoros se transformar em uma saraiva de meteoros e finalmente tornar-se uma tempestade de meteoros demasiado numerosos para se contar. … O céu cintilante parecia um rádio espintariscópio, e, instintivamente, procuramos nos proteger virando o rosto dos imaginários escombros celestes” (10).

O jornal especializado Sky and Telescope observou: “Esta brilhante exibição rivalizou com o histórico chuveiro de Leónidas de 12 de novembro de 1799, no Peru, e o de 13 de novembro de 1833″ (11).

Para comparar as chuvas de 1833 e 1966, temos de depender mais de descrições qualitativas, uma vez que nenhum único observador viu ambos os eventos. Algumas estimativas quantitativas foram feitas para a queda de 1833 entre 10.000 e 35.000 meteoros por hora (12). Por um intervalo de uma hora antes do amanhecer, em 1966, numerosos observadores treinados apresentaram taxas de 90 mil à 140 mil meteoros por hora (13). O chuveiro de 1966 rivalizava com a célebre queda de 1833.

Certamente este chuveiro nunca entrou na consciência de massa da forma como o seu antecessor fez. Na verdade, o New York Times, para essas datas, não reportou nada sobre o espetáculo celeste visto no oeste dos Estados Unidos.

A queda de 1966 passou despercebida, porque geralmente era vista apenas no Arizona, Colorado, Novo México e Texas, estados de baixa densidade populacional. No Oriente, haviam nuvens. O Sul, quando claro, perdeu o pico da chuva na madrugada, e a Costa Oeste estava nublada. Além disso, o público entendia a natureza dos meteoros melhor do que as pessoas do século XIX, portanto, o evento parecia menos misterioso, além de ser ofuscado pelas notícias de eventos sobre o homem no espaço.

Como podemos entender tais fenômenos naturais em um contexto profético? Um evento natural é visto tendo significado sobrenatural quando o Espírito leva a comunidade de crentes para vê-lo como tal. Alguns podem objetar que esse ponto de vista é muito subjetivo.

Por outro lado, poderíamos supor que um evento natural têm significado profético sempre que for o mais singular evento que se encaixa no esquema profético. Além de ser circular, este ponto de vista corre o risco de invalidar o entendimento profético dos crentes, como a ocorrência de novos eventos ou a descoberta de eventos anteriormente desconhecidos.

Tal visão poderia remover dos crentes, a experiência de reconhecimento de cumprimento profético, colocando-os nas mãos de cientistas e historiadores. A profecia é para os crentes. Exigir que as questões de fé sejam empiricamente demonstráveis é arriscar a fé numa fundação sujeita a ser bombardeada por todo vento e onda de investigação.

Devemos considerar o contexto dos versos bíblicos citados a partir dos Evangelhos e do Apocalipse. Eles não foram ditos exclusivamente para nosso tempo, mas deveriam ter sido compreendidos, de dentro de um patrimônio da literatura apocalíptica, da qual estas imagens foram delineadas por Cristo e João. Os judeus do primeiro século não olhavam para os acontecimentos naturais no meio científico como nós o fazemos. Em uma inversão interessante, sua visão de mundo via os fenômenos físicos como metáforas para a realidade de Deus.

Deus um dia nos colocará para além da condição humana de incerteza e, pessoalmente, visivelmente se manifestará no mundo. Estas palavras proféticas podem ter um significado pessoal para nós, da mesma maneira elas trazem esperança para a interpretação histórica adventista que indica que a vinda de Cristo está próxima, mesmo às portas.

Os primeiros estudantes adventistas da Bíblia viram um significado especial na queda de meteoros de 1833, porque ocorreu em um tempo e lugar onde a atenção especial estava sendo dada aos sinais proféticos do retorno de Cristo. Para eles, o chuveiro meteórico confirmou-lhes a fé, porque viram que ocorreu na seqüência bíblica, após um grande terremoto (1755) e um dia escuro (1780), e perto da conclusão do período de 1260 anos proféticos.

Pode ser que mais uma vez o Espírito vai usar esse elegante evento astronômico para nos lembrar de nossa situação precária neste planeta. Deus graciosamente permitiu-nos tempo para preparar o mundo para seu retorno e nos tem dado avisos de que o evento se aproxima.

Referências

1) ‘Denison Olmsted, Silliman’s Journal, 25:354-431 and 26:132-174, quoted in Charles P. Olivier, Meteors (Baltimore: Williams & Wilkins Co., 1925), p. 24.
2) Humphreys, American Journal of Science, 25:372, quoted inEverett Dick, “The Falling of the Stars,” The Advent Review and Sabbath Herald, Nov. 2, 1933, p. 11.
3) Olivier, op. cit., p. 5.
4) Fritz Heide, Meteorites, trans. by Edward Anders and Eugene DuFresne (Chicago: University of Chicago Press, 1964), p. 66.
5) A. C. B. Lovell, Meteor Astronomy (Oxford: Clarendon Press, 1954), p. 337.
6) Olivier, op. cit., pp. 23, 24.
7) ‘Lovell, toe. cit.
8) Olivier, op. cit., p. 38,
9) ‘Lovell, op. cit., p. 338.
10) Capen, quoted in editorial staff,” Great Leonic Meteor Shower of 1966,” Sky and Telescope, January, 1967, p. 6.
11) Ibid., p. 4.
12) Olivier, op. cit., p. 25. The author also notes on page 40: “It is very easy to overestimate the number of meteors.
13) Capen, op. cit., p. 6; “Leonids Fulfill Promise,” Science News, Nov. 26, 1966, p.453.

Artigo extraído da Adventist Review de 24 de novembro de 1983. Crédito da tradução, Blog (Sétimo Dia)
Share/Save/Bookmark

A boa notícia sobre a morte!

Durante anos dirigindo pela estrada 101 na Califórnia central, eu via cartazes publicitários sobre uma (casa misteriosa de Winchester). Eu nunca tinha visitado esta atração turística mas, por curiosidade, pesquisei sobre o assunto. Aparentemente, ela pertencia a uma mulher chamada Sarah Pardee casada com William W. Winchester, o qual, durante a guerra civil americana, tornou-se herdeiro da fábrica de rifles Winchester.

Com o tempo, Sarah deu à luz uma menina, a quem deram o nome de Annie, mas a criança morreu poucas semanas depois. Alguns anos depois, seu marido William Winchester morreu de tuberculose. Sarah estava perturbada e teria visitado um médium espírita, que lhe disse que os espíritos das pessoas que haviam sido mortas pelos rifles Winchester estavam em busca de vingança.

Mas o médium garantiu a Sarah que ela poderia contrariar a maldição mudando-se para a Costa Oeste, construindo lá uma casa. Enquanto ela continuasse a construção, ela poderia confundir os maus espíritos, receber a proteção dos bons, e permanecer segura.

Sarah Winchester mudou-se para a área de San José, na Califórnia, comprou uma fazenda com oito quartos, e começou a construir novos cômodos. Por ser a herdeira de uma fortuna de US $ 20 milhões e ter poucas responsabilidades, ela construiu, construiu e construiu, frequentemente, demolindo e reconstruindo os cômodos. Quando ela morreu, em 1922, a Mansão Winchester tinha 160 quartos. Construtores que tinham examinado a casa, estimaram que ela realmente construíu 600 quartos, mas por causa do espaço limitado em sua propriedade, ela teve que derrubar muitos deles e construir outra coisa.

A casa é um dos mais bizarros arranjos de corredores, câmaras e escadas. Não existem dois quartos que estejam no mesmo nível. Muitas das escadas tem 13 degraus, alguns deles muito curtos. Os corredores são muito estreitos. A Sra Winchester construíu também câmaras secretas, onde supostamente recebia informações sobre o que devia construir, durante sessões noturnas com seus médiuns.

Sara Winchester também tinha 40-60 funcionários e carpinteiros, que durante 38 anos, mudaram, aumentaram, destruíram e reconstruíram indefinidamente aquela construção para apaziguar os espíritos revoltados.

Este projecto de 38 anos é um exemplo exagerado do que uma compreensão distorcida da morte pode levar uma pessoa a fazer! E a história da Sra Winchester é um clássico exemplo do porque este assunto é tão importante hoje em dia.

O perigo do espiritismo

Segundo os espiritualistas, quando nossos corpos morrem, os nossos espíritos continuam uma existência consciente em outra esfera. Não podemos ver esses espíritos, mas eles “podem” nos contactar. A Sra. Winchester acreditava neste ensinamento fundamental do espiritismo, seguindo as instruções do médium sobre a construção permanente de sua casa.

A Sra. Winchester aparentemente não sabia que a Bíblia condena todos os esforços para se comunicar com os mortos através de médiuns espíritas. “Não recorram aos médiuns, nem busquem a quem consulta espíritos”, disse Moisés aos antigos Israelistas em Levítico 19:31. “Não permitam que se ache alguém entre vocês que…pratique adivinhação, ou se dedique à magia, ou faça presságios, ou pratique feitiçaria, ou faça encantamentos; que seja médium, consulte os espíritos ou consulte os mortos” (Deuteronômio 18:10-11).

Séculos mais tarde, o profeta Isaías advertiu, “Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos?” (Isaías 8:19).

Há uma boa razão do por que os escritores da Bíblia tão vigorosamente condenaram o espiritismo e a bruxaria: Estas práticas são um convite aberto para os seres demoníacos nos enganar! A Bíblia nos adverte que “Satanás se disfarça em anjo de luz” (2 Coríntios 11:14). O Apocalipse prevê que nos últimos dias da história da Terra, uma religião cristã apóstata vai se tornar “morada de demônios, covil de toda espécie de espírito imundo”, e que os maus espíritos irão “aos reis de todo o mundo, a fim de reuni-los para a batalha do grande dia do Deus todo-poderoso” (Apocalipse 18:2; 16:14).

Os enganos de Satanás no fim dos tempos serão tão inteligentes que o povo de Deus estará em perigo de ser enganado! (Mateus 24:24). Não admira que Deus adverte os cristãos contra o fascínio enganador do espiritismo! Proponho que a melhor proteção que temos hoje contra este engano é uma correta compreensão da morte.

Duas visões falsas da morte

Há duas visões extremas sobre a morte. Uma delas é que a morte é o fim absoluto. As pessoas se transformam em terra e é isso! humanistas do mundo afirmam que nós iremos nos transformar em adubo que alimentarão as árvores e outras plantas, então nós vamos viver novamente na grama, nas flores, e nas maçãs. Eu não acho isso muito gratificante.

Reencarnacionistas, por outro lado, alegam que os seres humanos sempre viveram e sempre viverão. Cada indivíduo segue morrendo e reencarnando, idealmente em sucessivas mais elevadas formas de vida. Um inseto pode reencarnar como um rato, o rato como um cão, o cão como um macaco, e o macaco como um ser humano.

Antes de me tornar um cristão, eu sinceramente acreditava na reencarnação. Meus amigos e eu tentávamos descobrir o que éramos em existências anteriores. Perguntávamos uns aos outros, “O que você fazia na sua antiga vida?” Ninguém nunca disse: “Eu costumava varrer cocô de elefante” ou “eu era um lixeiro”. Todo mundo sempre foi alguém muito importante: “Eu fui Cleópatra!” Ou “Eu estive com Júlio César.” Incomodava-me que todos tinham visões de grandeza de suas vidas anteriores.

O que a Bíblia diz

Então eu descobri o que que a Bíblia diz: a morte é real, mas o dia da ressurreição está chegando. Paulo chamou a morte de um inimigo que será destruído (1 Coríntios 15:26), e que os “mortos ressuscitarão incorruptíveis”, “vestidos. . . com a imortalidade”(1 Coríntios 15:52, 54).

A pergunta é: O que acontece entre o dia em que morremos e o dia em que somos levantados de volta à vida? A resposta é muito simples: Nós jazemos na sepultura dormindo, inconscientes de tudo o que está acontecendo no mundo ao nosso redor. “Os vivos sabem que morrerão”, escreveu Salomão “mas os mortos não sabem nada” (Eclesiastes 9:5). E Davi disse que quando uma pessoa morre, “naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos” (Salmo 146:4).

Jesus ensinou a mesma coisa no Novo Testamento. Quando seu amigo Lázaro morreu, Jesus disse aos discípulos que Lázaro estava dormindo. Quando eles perguntaram a Jesus porque Ele iria querer acordar um homem dormindo, Jesus lhes disse claramente: “Lázaro está morto” (João 11:14). E Paulo disse aos cristãos de Tessalônica que Jesus na manhã da ressurreição vai despertar os que dormem, ou seja, que estão mortos (1 Tessalonicenses 4:13, 16).

A comparação bíblica da morte com o sono é uma clara indicação de que a morte é um estado de inconsciência.

É muito ruim que a Sra. Winchester não entendia esse fato sobre a morte. Teria poupado muitas noites sem dormir e milhões de dólares em dinheiro desperdiçado. Felizmente, você e eu entendemos a boa notícia sobre a morte: ela é um sono que tem um fim.

A questão importante é, como estar do lado certo quando o sono acabar? Jesus respondeu a esta questão. “Deus amou tanto o mundo”, ele disse, “que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

Nossa garantia de vida eterna está em Jesus. Por que não aceitar Jesus como seu Salvador hoje de modo que você pode ter a certeza de acordar na manhã da ressurreição?

(Sétimo Dia)
Share/Save/Bookmark

O Julgamento de Deus e os Ataques de Satanás

Durante a Inquisição, na Idade Média, um representante papal estava prestes a levar um ataque a uma cidade onde viviam alguns hereges, quando um soldado perguntou: “Como vamos saber quem entre essas pessoas são nossos amigos e quem são nossos inimigos?”

“Mate-os todos”, respondeu o representante papal. Deus vai classificá-los Ele mesmo.

Suas palavras insensíveis e descuidadas como eram, ecoaram uma verdade bíblica crucial: Deus prometeu executar um julgamento, no qual irá de fato, classificá-los por Ele mesmo. Ele vai fazer a triagem no momentoso julgamento que ocorre no céu antes da volta de Cristo e retribuirá uma recompensa para todas as pessoas segundo as suas obras (Apocalipse 22:12).

Daniel 7 contém o que é talvez a mais clara passagem que descreve este Julgamento. Esse capítulo fala de um terrível poder político-religioso, simbolicamente retratado como um chifre pequeno, que persegue os santos de Deus, até um julgamento celestial resultar em serem entregues no reino eterno de Deus: “Enquanto eu observava, esse chifre guerreava contra os santos e os derrotava, até que o ancião veio e pronunciou a sentença a favor dos santos do Altíssimo; chegou a hora de eles tomarem posse do reino” (Daniel 7:21-22).

Alguns versos depois, Daniel descreve o mesmo evento, começando com uma descrição do chifre pequeno: “Proferirá palavras contra o Altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhe serão entregues nas mãos, por um tempo, dois tempos e metade de um tempo. Mas, depois, se assentará o tribunal para lhe tirar o domínio, para o destruir e o consumir até ao fim. O reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será reino eterno, e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão” (versos 25 à 27).

Ataques físicos e espirituais

Apocalipse 12 descreve a queda de Satanás do céu, sua atividade subsequente na Terra, e paralela alguns dos eventos profetizados em Daniel 7, particularmente o ataque de Satanás sobre o povo de Deus. Satanás tem realizado muito deste ataque através de diversas formas de perseguição física durante os 2.000 anos da história cristã. No entanto, seu ataque não é apenas físico. É também espiritual. O Apocalipse o chama de “o acusador dos nossos irmãos, que os acusa diante do nosso Deus, dia e noite”(Apocalipse 12:10).

Aqui é onde o julgamento desempenha um papel crucial na libertação final e definitiva dos santos. Não há dúvida de que Satanás é o acusador do povo de Deus. Porque ele próprio foi expulso do céu devido ao seu pecado, ele argumenta que nenhum ser humano deve ser permitido no céu também, porque todos os seres humanos são pecadores também.

Jesus uma vezes chamou a Satanás de mentiroso (João 8:44). Mas Satanás não tem que mentir sobre os pecados daqueles que professam seguir a Cristo. Com efeito, uma das verdades fundamentais de toda a Escritura, diz que o pecado das pessoas é inerente. Todos os seres humanos, de Genghis Khan e Josef Mengele à Madre Teresa e João Batista, são pecadores. Ninguém, nunca, está isento. “pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Romanos 3:23).

Satanás pode mentir e apresentar os pecados dos eleitos do Senhor, da pior maneira possível, mas isso pouco importa. Nossas vidas, pela sua natureza, excluem-nos do céu, mesmo sem a ajuda de Satanás.

A boa notícia do grande juízo pré-advento retratado em Daniel 7, no entanto, é que todos os verdadeiros seguidores de Cristo tem um substituto no julgamento. Aquele cuja vida perfeita e perfeita obediência à lei tem sido creditados a eles pela fé. Em outras palavras, este julgamento acaba, uma vez por todas, com as acusações de Satanás e os ataques contra o povo de Deus.

O livro de Zacarias revela o que vai acontecer neste julgamento. Na passagem seguinte, Josué, o sumo sacerdote, simboliza o povo de Deus, a quem Satanás está acusando, perante o Senhor:

“Deus me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do Anjo do SENHOR, e Satanás estava à mão direita dele, para se lhe opor…Ora, Josué, trajado de vestes sujas, estava diante do Anjo…A Josué disse: Eis que tenho feito que passe de ti a tua iniqüidade e te vestirei de finos trajes. E disse eu: ponham-lhe um turbante limpo sobre a cabeça. Puseram-lhe, pois, sobre a cabeça um turbante limpo e o vestiram com trajes próprios; e o Anjo do SENHOR estava ali” (Zacarias 3:1-5).

Acusações de Desqualificação

Assim, neste juízo final, Satanás acusará o povo de Deus de romper a Sua santa lei. Ele aponta para os defeitos de seus caráteres, sua dessemelhança com Cristo, e as muitas maneiras em que eles têm desonrado a seu Redentor. Ele afirma que suas falhas os desqualificam para a expiação de Cristo e que, conseqüentemente, eles pertencem ao seu reino, e não ao de Cristo.

No entanto Jesus discute seus casos. Ele não desculpa seus pecados, mas pelo contrário, Ele apresenta o seu arrependimento, sua fé e sua confiança em seus méritos. E Ele reivindica o perdão que Ele obteve para eles por Sua vida de obediência perfeita e Sua morte substitutiva. Ele cumpriu as exigências da lei, e ele oferece este cumprimento a todo e qualquer que irá aceitá-Lo. Posicionado diante de Deus o Pai, Jesus levanta suas mãos feridas, mãos que carregam as cicatrizes da cruz e diz: Conheço-os pelo nome, eu os tenho “gravado nas palmas das minhas mãos” (Isaías 49:16).

Assim, os seguidores de Cristo são revestidos em sua perfeita justiça sem pecado, e Ele os apresenta ao Pai como “igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Efésios 5:27).

As acusações do diabo são silenciadas. São silenciadas não por causa de qualquer mérito de cristãos professos, mas só por causa dos méritos de Jesus, cuja perfeita obediência à lei de Deus, é creditado aos Seus seguidores. Este veredito é processado uma vez por todas no grande juízo pré-advento.

Então, o diabo é derrotado, e, como diz Daniel, “veio o Ancião de Dias e fez justiça aos santos do Altíssimo; e veio o tempo em que os santos possuíram o reino” (Daniel 7:22)

Nenhuma dúvida sobre isto: Satanás se opôs ao povo de Deus e esta oposição continua hoje. O livro do Apocalipse adverte para o ressurgimento da perseguição física que ocorreu no início da história da igreja. Mas o ataque mais cruel de Satanás é o espiritual, no qual ele pretende reivindicar como seus aqueles que, embora pecadores, reivindicaram o sangue de Cristo como a esperança da salvação.

O representante papal terá que responder pela morte dos inocentes. Mas ele tinha uma coisa certa: Deus, de fato, irá classificá-los Ele mesmo no julgamento.

Artigo escrito por Clifford Goldstein, publicado na revista Signs of The Times de Setembro/2010. Crédito da tradução: (Sétimo Dia)
Share/Save/Bookmark

Qual o Sentido da Vida em um Mundo sem Deus?


Christopher Hitchens, expoente do novo ateísmo, discutiu a existência de Deus com o filósofo cristão William Lane Craig em 2009. Neste vídeo, eles discutem o sentido da vida. O Dr. Craig argumenta que se Deus não existe, a vida é um absurdo.

Christopher Hitchens é um jornalista britânico e analista político de prestígio, considerado um autêntico representante do movimento chamado “neoateísmo”, autor de diversos livros, além de artigos para revistas como a Época.

William L. Craig é doutor em Teologia pela Universidade de Munique e em Filosofia pela Universidade de Birmingham. Hábil debatedor, ele já enfrentou grandes pensadores céticos como Antony Flew, Bart Ehrman e John D. Crossan nos campi de Universidades como Harvard, Oxford e Princeton debatendo tópicos como a existência de Deus e a historicidade da ressurreição de Cristo. É autor de livros como A Veracidade da Fé Cristã e Filosofia e Cosmovisão Cristã, ambos publicados no Brasil pela Editora Vida Nova.

(Sétimo Dia)
Share/Save/Bookmark

Ciência e Fé se misturam?


(Editora Fiel)
Share/Save/Bookmark

Convite para o tuitaço criacionista


Na próxima sexta-feira, tuiteiros (que têm perfil na rede social Twitter) de todo o Brasil irão participar do tuitaço (postagem de mensagens em massa) "Eu sou criacionista", promovido por este blog. É uma boa oportunidade de divulgar a mensagem criacionista e a esperança encontrada no Deus Criador e nas páginas de Seu livro, a Bíblia Sagrada. Se você já segue o Twitter deste blog, aproveite para tuitar as mensagens sugestivas abaixo. Se ainda não segue, não perca tempo: http://twitter.com/criacionismo

Criação: a cosmovisão bíblica http://bit.ly/9Yf57N >> #criacionismo

Brasileiros acreditam em Deus e em Darwin http://bit.ly/bEpfjf >> #criacionismo

Folha vê relação entre criacionismo e aquecimento http://bit.ly/c8T4fj >> #criacionismo

Vídeo: "Razões para Crer" http://bit.ly/7njCwR >> #criacionismo

Criacionismo e evolucionismo - contrastes http://bit.ly/36nzKd >> #criacionismo

Mais interesse pelo criacionismo http://bit.ly/sHfb5 >> #criacionismo

Criacionismo.com.br no Correio Braziliense http://bit.ly/3JYFq >> #criacionismo

Jornalista criacionista http://bit.ly/aXIeJ8 >> #criacionismo

O que pensam os criacionistas http://bit.ly/Ir1FC >> #criacionismo

O que o criacionismo não é http://bit.ly/cz5ulC >> #criacionismo

Dobzhansky também era criacionista http://bit.ly/9Ye8lo >> #criacionismo

O debate científico que ainda não ocorreu http://bit.ly/cGBns6 >> #criacionismo

(Criacionismo)
Share/Save/Bookmark

Reconciliação e convivência pacífica são a base para uma cultura do diálogo entre cristãos e muçulmanos

 

Cidade do Vaticano (Sexta-feira, 27-08-2010, Gaudium Press) Por ocasião do fim do período do Ramadã, tempo de jejum e considerado sagrado para os muçulmanos, o presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso, Cardeal Jean-Lous Tauran, divulgou uma mensagem em que aborda a relação entre cristãos e muçulmanos, publicada nesta sexta-feira pela Sala de Imprensa da Santa Sé em quatro línguas: francês, inglês, italiano e árabe.

"Abrir os nossos corações ao perdão recíproco e à reconciliação para uma convivência pacífica e frutuosa" é o convite do Cardeal Jean-Louis Tauran em uma mensagem dirigida aos muçulmanos pelo fim do Ramadã. O tema da mensagem deste ano - "Cristãos e Muçulmanos: juntos para vencer a violência entre fiéis de religiões diversas" - é "infelizmente de grande atualidade, pelo menos em algumas regiões do mundo", afirma o cardeal presidente, recordando que a violência inter-religiosa é gerada principalmente pela "manipulação da religião para fins políticos" e pela "discriminação com base na etnia ou na identidade religiosa; as divisões e as tensões sociais".

"A ignorância, a pobreza, o subdesenvolvimento, a injustiça". O Cardeal Tauran enumera as fontes diretas e indiretas da violência entre as comunidades religiosas e dentro delas. O purpurado em sua mensagem pede ainda às autoridades civis que "ofereçam contribuição para remediar" a violência, "assegurando uma verdadeira justiça para parar os autores e os promotores da violência".

O purpurado sublinha no texto a necessidade de "uma cultura do diálogo" que garanta uma pacífica convivência entre cristãos e muçulmanos. Para o cardeal, essa cultura significa "respeitar a dignidade e os direitos de todo ser humano, sem nenhuma distinção", necessidade de leis justas, formação para o respeito, "para o diálogo e à fraternidade nos vários espaços educativos: a casa, a escola, nas igrejas e nas mesquitas" para "promover a paz e a harmonia entre as várias comunidades religiosas". É importante assegurar a educação dos jovens nas religiões "de maneira objetiva".

A mensagem do presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso pelo fim do Ramadã é feita todos os anos em diversas línguas.

Fonte - Arautos

Comentário Cristo Voltará: Desde que Bento XVI assumiu ocorrem encontros entre cristãos e muçulmanos. Há líderes muçulmanos inclinados a unidade com os cristãos, especialmente os católicos. São aqueles que tem grande interesse pela Globalização da economia mundial, que aumenta as possibilidades de negócios e muito dinheiro. Por sua vez, a Igreja Católica tem interesses nos muçulmanos pelo grande número de seus fiéis, e por ser uma das igrejas que mais crescem no mundo. Na verdade, o que está unindo o mundo não é bem a fé, mas os interesses econômicos.

(Diário da Profecia)
Share/Save/Bookmark

Direita radical ocupa centro de Washington

Nos seus comentários na estação de televisão Fox News, Glenn Beck costuma ser provocatório e muito crítico do Presidente Barack Obama. Nas suas intervenções, Sarah Palin é em geral pouco amável com o que aponta serem os erros da actual administração americana.

Mas ontem, em Washington, as mensagem anti-Obama foram tão suaves que nunca o nome do Presidente foi invocado.

No dia do aniversário do discurso de Martin Luther King em que o activista dos direitos civis falou do seu sonho, no mesmo local onde o reverendo discursou, os organizadores do comício para “restaurar a honra da América” usaram palavras vagas. A cerimónia foi, segundo a descrição da revista "Newsweek", “um misto de serviço religioso, tributo militar e seminário de auto-motivação”.

“Hoje é o dia em que a América regressa a Deus”, disse Glenn Beck, o popular comentador da Fox News que representa a direita ultraconservadora. O seu discurso andou depois à volta de fé, esperança e caridade. “Hoje vamo-nos concentrar nas coisas boas que a América tem, as coisas que conseguimos – e as coisas que podemos fazer amanhã.”

Já Sarah Palin falou de si como “mãe de um veterano de guerra” – o seu filho Track combateu no Iraque. O Exército, sentenciou, “é uma força do bem neste país, e não tem nada por que se desculpar”.

Depois Palin acabou por dar uma alfinetada a Obama: “Não devemos mudar a América na sua essência, como alguns querem”. “Temos de restaurar a América e a sua honra”, continuou, evocando o mote da manifestação.

Os oradores também mencionaram Martin Luther King (a coincidência da data, e Beck garante ter sido mesmo coincidência, com o aniversário do discurso do sonho de King, valeu fortes críticas aos organizadores). “Vocês são americanos”, exclamou Palin. “Vocês têm a mesma coluna vertebral de aço e a mesma coragem moral de Washington e Lincoln e Martin Luther King.”

Uma sobrinha de Martin Luther King, a activista anti-aborto Aveda King, também se dirigiu à multidão predominantemente branca. “Eu tenho um sonho de que a América vai rezar e Deus nos vai perdoar pelos nossos pecados.”

O comício “apolítico” teve lugar a nove semanas das eleições – numa altura em que alguns dos candidatos do Tea Party (o movimento que quer menos impostos que começou a fortalecer-se contra a reforma da saúde de Obama) ameaçam destronar nas primárias republicanos considerados demasiado centristas. Mas acabou por ser tão vago que poderia agradar a quase qualquer pessoa, diz a "Newsweek". Havia bandeiras americanas, gritos de “EUA! EUA!” Poderia agradar a qualquer pessoa, sim, mas qualquer pessoa que não tivesse o subtexto. Que, como explicou o sociólogo Charles Gallagher ao jornal "Christian Science Monitor", era um certo sentimento de muitos brancos americanos, que pensam ser a nova minoria, “um grupo que deve reclamar os seus próprios direitos”. Um desencanto comum em alturas de crise económica.

Uma participante numa outra manifestação comemorando o discurso de King que ocorreu perto, um pouco mais tarde, comentava ao Washington Post o que achava serem os motivos do comício de Beck: “Se não tivessem eleito um Presidente negro, acha que estavam a fazer isto hoje?”

As pessoas que assistiram ao discurso de Beck e convidados (os números variavam entre 500 mil e um milhão) iam indicando aos media as mais variadas razões para estarem ali (e muitas vieram de muito, muito longe): por fé, por serem fãs de Glenn Beck, por discordarem do rumo da América, por estarem contra as políticas de Barack Obama. Um casal explicava: “Estamos tristes com a percepção de que Obama está a pedir desculpa por tudo o que já fizemos”, disse o casal Adams, que veio de avião do Colorado.

Não havia quase placards com slogans políticos, como Glenn tinha pedido. Mas havia mensagens em T-shirts: “Recessão: quando o teu vizinho perde o trabalho. Depressão: quando perdes o teu trabalho. Recuperação: quando Obama perde o seu trabalho”. Ou ainda: “Consigo ver Novembro da minha casa”. Novembro é o mês das intercalares.

Fonte: Público

Nota O Tempo Final: publico esta notícia para memória futura. Mas se quiser, desde já, refletir sobre o seu conteúdo, sugiro que comece com esta expressão: “hoje é o dia em que a América regressa a Deus”...

( Diário da Profecia)

Share/Save/Bookmark

Ellen White como Evangelista


O local era uma estação de trem. Era uma tarde de domingo, em 1884, quando Ellen White e um grupo de pessoas estavam na estação de trem de Mojave Desert. O grupo estivera participando da assembleia mundial da Igreja Adventista. Dois vagões de trem foram fretados para transportar os participantes de volta a Oakland, Califórnia, onde, na época, estava localizada a sede da Igreja Adventista na Costa Oeste dos Estados Unidos. Como teria que esperar na estação por várias horas, o grupo teve a ideia de realizar uma reunião evangelística durante esse tempo.

O plano era simples: eles se espalhariam pela cidade para fazer uma rápida divulgação. Os funcionários da estação de trem atenderam ao convite. E também o editor do jornal da cidade. Muitas pessoas de toda a cidade foram ouvir a pregação daquela senhora – Ellen White. Qual foi o tema de seu discurso? Ela se baseou no texto de Mateus 6:25-34, onde Jesus fala sobre as preocupações.1

Essa reunião improvisada não era incomum para Ellen White. Durante toda a vida, ela falou sobre Jesus em diversas circunstâncias incomuns. Embora ela seja mais conhecida por seu ministério profético e pelos livros que escreveu, sua paixão pelo evangelismo era evidente em tudo o que fazia. Essa era uma de suas qualidades mais marcantes, que começou em sua conversão e permaneceu por toda a vida.

A Conversão de Ellen White

Quando Ellen tinha apenas 9 anos de idade, uma colega de classe atirou uma pedra em seu rosto, dando início a uma crise existencial. Ela caiu inconsciente. Após recobrar consciência, ela se convenceu de que estava morrendo. Tempos depois, escreveu: “Eu queria ser cristã e orei pedindo perdão pelos meus pecados da melhor maneira que podia.”2 Estando no leito de morte, e tão jovem, seria fácil entregar-se a Cristo. Segundo Merlin Burt, diretor do Centro de Pesquisas Adventistas, uma eventual entrega não seria “dificultada por questões sobre como viveria para Jesus e que decisões tomaria durante a vida inteira. Quando ela descobriu que não morreria, foi levada à próxima etapa em seu processo de conversão”.3

Mais tarde, Ellen teve dois sonhos, que a levaram novamente a refletir sobre a vida espiritual.4 Foi depois do segundo sonho que ela confidenciou seu medo à mãe, que convidou Levi Stockman, jovem ministro metodista, para visitar a filha. Durante o pouco tempo que passou com ele, Ellen obteve “mais conhecimento sobre o assunto do amor de Deus e de Sua compassiva ternura, do que de todos os sermões e exortações que já ouvira”.5

Posteriormente, Ellen White tornou-se uma evangelista apaixonada. Ela sentiu a “segurança da presença do Salvador”, o que a capacitou a “louvar a Deus” até mesmo “pelos infortúnios” que tanto a haviam traumatizado.6 Tímida por natureza, ela ousou orar em público pela primeira vez. Seguindo uma prática comum entre os norte-americanos durante o Segundo Grande Reavivamento (que ocorreu entre 1790 e a década de 1840), Ellen contou publicamente seu testemunho e expressou o desejo de compartilhar a fé com outros. Ela começou a organizar reuniões com amigas e orava com elas até que, finalmente, “todas se converteram a Deus”.7

Evangelista Pessoal

Embora Ellen White tenha sido, sem dúvida, um dos evangelistas mais proeminente na Igreja Adventista durante sua época, ela nunca perdeu de vista a importância de falar de Jesus por meio do contato pessoal e individual. No verão de 1853, Tiago e Ellen White viajaram pelas florestas do estado do Michigan. O cocheiro supostamente conhecia bem o caminho, mas se perdeu. O dia estava muito quente,
e a sra. White desmaiou duas vezes no percurso. Eles viajaram por terrenos acidentados, “por cima de toras e árvores derribadas”. Ellen White estava com tanta sede, que sentia como se tivesse morrendo numa viagem pelo deserto. “Riachos com água fresca”, disse ela mais tarde, “pareciam estar à minha frente; mas, à medida que passávamos por eles, via que era ilusão.”

Aquilo que deveria ser um passeio matinal de 25 quilômetros se tornou um evento que durou o dia inteiro. Quando finalmente avistaram uma clareira, chegaram a uma cabana feita com toras de madeira. Os moradores os cumprimentaram, ofereceram algo para comer e beber, e rapidamente todos se tornaram amigos. Ellen White falou com uma mulher sobre temas religiosos, inclusive sobre o amor de Deus, o sábado e o breve retorno de Jesus. Ellen entregou a ela algum material religioso, inclusive um exemplar da Review and Herald (na época, Revista Adventista dos EUA).

Vinte e dois anos mais tarde, Ellen White encontrou essa mesma senhora em uma reunião campal no Michigan. “Indagou se eu não me lembrava de haver feito uma visita em uma casa de toras de madeira, na floresta. [...] Ela declarou haver emprestado aquele livro [Christian Experience and Views, atualmente disponível em Primeiros Escritos, p. 11-83] aos vizinhos, ao se estabelecerem novas famílias ao seu redor, até que o mesmo já se achava todo gasto. [...] Ela disse que quando eu a visitara, falara de Jesus e das belezas do Céu, e que as palavras haviam sido proferidas com tanto fervor, que ela ficara encantada, e nunca as esquecera.” Ao refletir sobre esse fato, Ellen White compreendeu, depois de tantos anos, que aquele trajeto “nos havia parecido muito misterioso, mas ali encontramos um bom grupo, agora crentes na verdade”.8

Evangelista em Sua Própria Família

Alguém pode pensar que Ellen White sempre obteve sucesso em seus esforços evangelísticos. Mas, entre as pessoas que teve maior dificuldade para evangelizar, estavam seus parentes. Durante o verão de 1872, Tiago e Ellen White visitaram as montanhas do Colorado. Vários parentes estavam com eles, inclusive a sobrinha Mary, filha da irmã mais velha de Ellen. Em seu diário, Ellen White escreveu sobre as caminhadas relaxantes pela natureza. Em uma dessas caminhadas o grupo sentou-se sob uma árvore enquanto “tia Ellen” lia o livro Spiritual Gifts (Dons Espirituais). Ellen White relata como Mary ficou “profundamente interessada” nas coisas de Deus. Ao término dos momentos em que estiveram juntos, houve um período de oração, durante o qual Mary orou.

A sra. White estava tão preocupada com o bem-estar espiritual da sobrinha que não apenas permitiu que ela permanecesse com eles, mas deu-lhe até um emprego como assistente literária (secretária) para que a auxiliasse em seus escritos. Cinco anos depois daquele encontro nas montanhas, ela escreveu uma carta pedindo a Mary que entregasse o coração a Cristo. “Não quero pressioná-la”, escreveu tia Ellen, “não quero impor-lhe nossa fé ou forçá-la a crer. Nenhum homem ou mulher terá a vida eterna a menos que a escolha por si mesmo. [...] Espero que você não diga o mesmo que sua mãe sobre o sábado: que ‘arriscaria’ transgredi-lo. [...] Ainda tenho esperança de que ela aceitará a verdade. [...] Escrevo com amor, e escrevo porque não me atrevo a deixar de fazê-lo.” Infelizmente, não sabemos como Mary respondeu à carta da tia, e não há qualquer evidência de que algum dia ela aceitou a verdade bíblica do sábado.9

Conclusão

Ellen White foi um dos evangelistas mais influentes da história da Igreja Adventista do Sétimo Dia. É verdade que seu ministério profético foi importante e continua a exercer uma grande influência entre os adventistas. Seu ministério era profundamente firmado em um relacionamento pessoal com Jesus Cristo. Sua paixão era falar de Jesus às pessoas. Inicialmente, ela teve resistência para falar em público, mas o grande desejo de falar de Jesus aos outros superou a
insegurança. Tanto em público como em particular, Ellen White foi eficaz como evangelista porque levava Jesus àqueles que estavam ao seu redor.

1 Esse incidente está relatado em James R. Nix, Advent Preaching (Silver Spring, MD: North American Division Office of Education, 1989). O conteúdo do discurso de Ellen White encontra-se em Review and Herald, 24 de fevereiro de 1885.

2 Ellen G. White, Spiritual Gifts (Battle Creek, MI: Seventh-day Adventist Publishing Association, 1860), v. 2, p. 9.

3 Merlin D. Burt, notas de sala de aula, Andrews University, GSEM 534 (maio de 1998), p. 3; idem, “Ellen G. Harmon’s Three-Step Conversion Between 1836 and 1843, and the Harmon Family Methodist Experience”, pesquisa não publicada, Andrews University, março de 1998.

4 Ellen G. White, Testemunhos para a Igreja, v. 1, p. 23-29.

5 Ibidem, p. 30.

6 Ellen G. White, Life Sketches of Ellen G. White (Mountain View, CA: Pacific Press, 1943), p. 39.

7 ______, Vida e Ensinos, p. 33.

8 ______, Evangelismo, p. 448, 449; veja Arthur L. White, Ellen G. White: The Human Interest Story (Washington, DC: Review and Herald, 1972), p. 69-71.

9 Ellen G. White, diário, 27 de julho de 1872; idem, carta 6, 1877; White, Ellen G. White, p. 68, 69.

Artigo escrito por Michael W. Campbell, Ph.D., pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia em Montrose e Gunnison, no oeste do Colorado, EUA. Publicado na Revista Adventist World de Ago/2010.

( Sétimo Dia)
Share/Save/Bookmark

Sem Temor do Além-Túmulo


Em todos os tempos, o homem tem especulado o profundo mistério da morte, porque a cessação da vida e a condição do além-túmulo lhe proporcionam um dos mais apaixonados problemas, que a filosofia, a Ciência e a teologia, respectivamente, tem procurado resolver.

Em que pesem os esforços realizados por estas disciplinas, porém, e as doutrinas sustentadas pelas diversas modalidades do cristianismo popular, não se tem conseguido trazer paz aos espíritos perturbados de milhares de pessoas, que vivem na incerteza ou experimentam grande sensação de angústia pelo temor da morte e do além-túmulo.

Não obstante, o plano divino para a família humana é que seus membros vivam felizes e tranquilos. A tônica do cristianismo verdadeiro, tal como desponta nas Sagradas Escrituras, é uma vida de gôzo e paz, muito embora os problemas comuns a todos os homens. S.Paulo descreve a condição do homem que se acha em harmonia com Deus e que abraça o evangelho, com estas palavras: “Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos sempre no Senhor.” (Filipenses 3:1). E reitera mais adiante este simpático conceito:”Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, alegrai-vos…Não andeis anciosos de coisa alguma…E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus.” (Filipenses 4:4-7).

Tanto estes parágrafos, como dezenas de outros que os escritores bíblicos deixaram registrados, falam de uma paz abundante, de uma confiança sem limite na bondosa direção e no amor de Deus, de um gôzo autêntico, que somente conhece aquele que tenha feito de Jesus o pensamento orientador de sua vida.

Assim pois, o temor do além-túmulo se torna irrazoável para o cristão, e obedece a um desconhecimento da verdade evangélica e das múltiplas provisões divinas para o bem do homem. Na realidade, as dúvidas, a confusão e a ignorância popular sobre um assunto tão ligado à vida, como é a morte e a condição do além-túmulo, estão muito generalizadas.

Ante a Incerteza do Desconhecido

Quantas vezes, ante o rosto hirto de um amigo ou ente querido, jazente nos braços da fria noite, talvez arrebatado de forma repentina de nossa companhia, tenhamos formulado as seguintes perguntas: – Que será dele? Teminou tudo? Se não, para onde vão os mortos? Podemos comunicar-nos com eles? Voltarão a viver algum dia?

O poeta também expôs esse mesmo problema em versos que nos deixam pensativos com sua dúvida cadenciosa:

“Volta o pó ao pó?
Volta a alma ao Céu?
Tudo é vil matéria,
podridão e lodo?
Não sei, porém há algo
que explicar não posso,
que tanto me infunde,
repugnância e nojo…”

Nos remotos albores da história, Jó, um dos primeiros e mais notáveis patriarcas bíblicos, formulava a si mesmo esta pergunta no formoso poema que constitui seu livro: “O homem, porém, morre, – afirmava ele, e fica prostrado; expira o homem, e onde está?…Morrendo o homem, porventura tornará a viver?” (Jó 14:10 e 14).

O apogeu extraordinário que está conseguindo em nossos dias o espiritismo, com sua dourada promessa de resolver este grave problema e pôr em comunicação o mundo dos vivos com o dos mortos, revela a magnitude do temor ao além; ao mesmo tempo, demonstra quão sedutor e quão profundamente arraigado está na alma o anelo de desvendar o mistério da morte.

E sendo assim, em torno da condição do ser humano no além-túmulo e a possibilidade de que a porta deste mistério seja franqueada aos vivos, assim como em torno da idéia de que os mortos voltam a viver, tem-se tecido uma série de conceitos e hipóteses que se foram evoluindo com o correr do tempo, daí resultando posições matafísicas, dogmas teológicos, teorias pseudo-científicas e doutrinas espiriritualistas, não obstante as quais, a humanidade ficou tão na penumbra como se encontrava em suas origens.

Após as grandes guerras do século passado, este afã dos homens de comunicar-se com seus mortos, intensificou-se muito, dando lugar a esforços sinceros por consegui-lo, até mesmo por parte de homens de ciência e inventores, como T.A.Edison, que tentou construir um receptor suficientemente poderoso e sensível, para poder captar as mensagens dos supostos espíritos humanos desprendidos de seus corpos por ocasião da morte.

O certo é que, seja pela influência do espiritismo e demais correntes espiritualistas que ensinam a transmigração das almas e sua reencarnação, seja pela do cristianismo popular que fala da existência de um Céu, um purgatório ou inferno para onde vão as almas assim que morrem os humanos, tem-se generalizado o conceito de que a alma é imortal. Não é nosso propósito estender-nos aqui na evolução histórico-filosófica do conceito e natureza da “alma imortal”, conceito este pelo qual concluiram os diferentes sistemas espiritualistas e o cristianismo popular.
Forçosos é reconhecer que não ganharíamos muito com isso.

Um problema de tal transcendência como o que nos ocupa, nem o estudo histórico e filosófico, nem a investigação científica são capazes de trazer luz. A inteligência e o raciocínio humanos, deixados com seus únicos recursos, podem dar ao assunto as mais díspares soluções, sem chegar nunca à absoluta certeza de haver alcançado a verdade de forma fidedigna e incontrovertível.

Num tema tão debatido e que de forma tão genérica foge à experiência do homem, o critério de autoridade humana é de todo insuficiente. A solução definitiva não se poderá conseguir recorrendo à opinião dos filósofos, às hipóteses dos homens de ciência, e tampouco, às declarações dos teólogos das mais altas esferas do espiritualismo.

[Leia mais...]
Share/Save/Bookmark

O Temor aos Espíritos


Uma das coisas que mais me aterrorizavam nos dias de minha infância, eram os relatos vívidos que ouvia, de vez em quando, sobre aparições de espíritos, encontros misteriosos, manifestação de fantasmas e uma série de outros fenômenos de caráter desusado e sobrenatural. A verdade é, sem dúvida, que não somente as crianças, ante às quais se comete o erro de mencionar tais cenas. os que vivem angustiados, mas milhares de adultos experimentam também temores com respeito à ação dos espíritos que têm, segundo eles a faculdade de atuar em benefício ou detrimento dos seres humanos.

E estas angústias não são apenas patrimônio de certo tipo de pessoas de baixo nível cultural, propensas a superstições, mas também podem ser observadas em gente de maior educação, céticos por natureza e parcos para aceitar qualquer coisa que não se possa explicar de forma lógica e convincente.

Precisamente o que tem submergido muitos na incerteza, com respeito à atividade dos espíritos, infundindo-lhes medo, é a militância no espiritismo e a participação em suas sessões e práticas.

Por isso, convém que falemos um pouco sobre o despertar do espiritismo moderno. Na realidade a história do espiritismo, nas suas formas antigas, data dos próprios albores da humanidade. Os livros do Antigo Testamento contém reiteradas alusões aos cultores destas práticas, aos quais denominam de agoureiros, forjadores de encantamentos, sortílegos, feiticeiros, magos, adivinhadores, os que consultam a píton, os que consultam aos mortos etc.

O Despertar do Espiritismo Moderno

Sem dúvida, a etapa moderna da milenária história do espiritismo teve início, praticamente no ano de 1848 na América do Norte, na povoação de Hydesville, Estado de Nova York. A família foz, que acabava de se instalar numa casada vizinhança, começou a ser molestada por ruídos misteriosos e estranhos logo desde as primeiras noites. Embora a princípio tivessem procurado explicação para esses ruídos ficou evidente que eram produzidos por um poder extra-humano e sobrenatural.

Certa noite, uma das filhas da família disse algo assim: “Mandinga, faz como eu faço”. Para assombro seu os ruídos começaram a responder de maneira aparentemente inteligível. As duas senhoritas, que a princípio se assustaram pelo fenômeno extraordinário, logo se transformaram em médiuns.

O intercâmbio de mensagens com os espíritos continuou sendo cultivado e aperfeiçoado, até que por esse meio, um dia foi recebida a informação de que uma pessoa morta há anos atrás, se achava enterrada em certo lugar da casa. A investigação comprovou a veracidade dessa mensagem.

Com base nestas experiências, evidentemente bem sucedidas, cuja notícia cruzou o continente em várias direções com desusada rapidez, despertou-se grande interesse no trato com os espíritos, e o espiritismo começou a ser praticado em todos os âmbitos tanto do Novo Mundo, como da velha Europa. Desta maneira, as estatísticas indicavam que em 1892 só na América do Norte o espiritismo tinha onze milhões de adeptos, que abrigavam a ilusão de poder comunicar-se com seus mortos e receber grandes benefícios por meio destas práticas misteriosas. Em 1912 existiam nada menos que dez mil médiuns e grande número de propagandistas.

[Leia mais...]
Share/Save/Bookmark

O casamento gay e o fim da civilização cristã


Pe. Thomas Euteneur
Presidente, Human Life International

FRONT ROYAL, Virginia, 13 de agosto de 2010 ( HLI.org/Notícia Pró-Família) — Na década de 1990, quando o Pe. Paul Marx, fundador de HLI, foi indagado acerca de sua opinião sobre as campanhas para legalizar “uniões de mesmo sexo” ele comentou em sua maneira franca e costumeira: “Quando fizerem isso”, disse ele, “é o fim”.

Ele quis dizer “o fim” da civilização cristã cujos valores costumavam formar a base da vida comum americana. O Pe. Marx, num sentido profético, via de forma correta que uma sociedade não pode sobreviver às manipulações perversas da própria estrutura da realidade que o próprio Deus nos revelou, um elemento fundamental do qual é a instituição do casamento. Quando permitimos que essa instituição seja mudada, “é o fim”.

Em 2009, 52% da população eleitoral na Califórnia apoiou a Proposta 8 que ratificou a proteção constitucional do casamento entre um homem e uma mulher. Poderíamos argumentar que até mesmo 52% foi um número chocantemente baixo em algo tão importante, mas o povo ganhou essa batalha apesar da real guerra dos militantes homossexuais para afundar essa Proposta. Aliás, a decência cristã ganhou e a estrutura da realidade permaneceu intacta, pelo menos nesse aspecto da lei na Califórnia, até esta semana quando um único juiz simplesmente anulou 7 milhões de votos e a vontade do povo e removeu a “proibição” ao casamento gay. Houve alegria na moderna Sodoma (San Francisco), mas é muito triste para a nossa nação e até mesmo para o nosso mundo pobre e mal orientado que se enfraquecerá em sua oposição ao estilo de vida homossexual como consequência dessa decisão.

Então, por que, pergunta você, o casamento gay é errado? Permita-me enumerar os motivos.

O primeiro e principal é porque o casamento gay viola a Vontade revelada de Deus conforme a vemos nas Escrituras. Há poucas coisas tão claras na revelação de Deus quanto a instituição do casamento entre um homem e uma mulher. De Gênesis 1 (o casamento de Adão e Eva) a Apocalipse 21 (o casamento de Cristo o Cordeiro com Sua Noiva a Igreja) Deus tem tido um único modelo de casamento, e não é casamento gay.

Até mesmo a poligamia e o divórcio foram abolidos na Igreja Cristã, conforme nosso Senhor lembrou a todos da essência do casamento como foi “no princípio”. Essa perspectiva do casamento se tornou a norma da sociedade ocidental e sua unidade social mais básica, sem dúvida nenhuma permitindo que o Ocidente prosperasse.

O segundo é que o casamento gay distorce o próprio conceito de criação de crianças por pai e mãe e distorce também o casamento. Ainda que não liguemos para o fato de que o casamento gay é por definição estéril, toda criança de um casamento gay tem de ser adotada ou tida por inseminação artificial, e isso em si é uma violação do conceito todo de família. Na década de 1980 o Vaticano realmente disse que a adoção de crianças por homossexuais “faz violência” à criança. Linguagem muito forte, mas apesar disso verdadeiro. Em seus termos mais simples, as crianças precisam de uma mãe e de um pai, e ficam com um estigma a vida inteira quando são crianças de um casamento gay. Crianças modelam suas vidas, seu conceito de família, seus valores morais e muitas vezes sua cosmovisão inteira nas atitudes e valores de seus pais.

Essas crianças recebem uma visão totalmente distorcida de todos esses conceitos básicos.

Terceiro, mas de forma alguma não o último motivo, toda a sociedade sofre por causa do apoio público a um estilo de vida e prática intrinsecamente anormais. Sim, “anormais” é o que nossa Igreja chama tanto a orientação homossexual quanto o estilo de vida homossexual, e o casamento gay simplesmente ratifica essa desordem a nível social. Em debates recentes, o termo “direito humano” para descrever o casamento gay e a acusação de que qualquer um que se opõe é culpado de “discriminação” são exemplos dessas distorções fundamentais.

O Pe. Marx estava certo: uma sociedade não pode sobreviver por muito tempo a esse tipo de violência cometido contra seus valores fundamentais, e a história certamente mostra muitas sociedades como a Grécia antiga, cujo rápido declínio foi precedido pela proliferação do estilo de vida gay e sua aceitação pública.
Embora respeitemos todas as pessoas como elas são, não temos de respeitar tal imensa agressão contra tudo o que é sagrado para nós e bom para nossa sociedade. Não, aliás, temos de lutar contra o casamento gay com nossas próprias vidas.

A questão não é se ou não podemos ganhar essa batalha. A questão é se entraremos nela. Aceitaremos ou não o desafio de defender o que é sagrado? Somos chamados a ser fiéis e obedientes ao Plano de Deus para o nosso mundo, e dentro disso, Deus trará vitória à existência. Não há dúvida de que, se já não está aqui, o casamento gay estará chegando ao nosso estado logo. Se não lutarmos contra ele, nossas almas, nossas famílias e basicamente, nossa própria civilização se acharão em breve “no fim”, onde não mais poderão sobreviver.

Este comentário apareceu no boletim HLI Spirit & Life Message.

( Notícia Pró-Família)
Share/Save/Bookmark

Furacão Earl pode chegar aos EUA na quinta-feira


A ilha de Culebra, que pertence a Porto Rico, sentiu a força do furacão Earl, que pode seguir para os Estados Unidos.

O olho do furacão passou no mar, a alguns quilômetros da costa, mas perto o suficiente para causar destruição.

A ilha principal de Porto Rico foi atingida por fortes chuvas e também sofreu prejuízos.

Mais cedo, foi a vez das Ilhas Virgens, mas o furacão passou no mar, poupando a costa de ventos de 200 quilômetros por hora.

Se o furacão Earl continuar no caminho que está, poderá atingir o leste dos Estados Unidos na quinta-feira.

(BBC Brasil)
Share/Save/Bookmark

Detenham a pornificação da Inglaterra ou sofram as consequências de longo prazo

Hilary White

EDIMBURGO, Inglaterra, 23 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — A “pornificação” da sociedade está promovendo violência contra as mulheres e terá um impacto corrosivo na sociedade britânica nos anos que virão, disseram duas escritoras feministas na semana passada.

Kat Banyard, autora do livro “The Equality Illusion” (A Ilusão da Igualdade), disse no Festival internacional do Livro em Edimburgo que a pornografia leva a “um aumento em conduta agressiva e atitudes que apoiam a violência contra as mulheres”.

“Números imensos de jovens e homens sentam-se assistindo, e recebendo experiências poderosas e claras de olhar mulheres sendo fisicamente abusadas. Há um problema enorme — mas não estamos nem próximos de lidar com ele”, disse Banyard.

Natasha Walter estava apresentando seu livro “Living Dolls: The Return of Sexism” (Bonecas Vivas: a Volta do Sexismo) sobre o desenvolvimento de atitudes culturais acerca da superação pessoal das meninas. Bonecas Vivas estuda os diários de meninas durante o último século mostrando que a autoestima delas mudou de uma ênfase na autodisciplina intelectual e emocional para obsessão com a aparência física.

Além da pornografia descarada, as autoras identificaram e condenaram uma nova variante de misoginia na cultura popular. O aumento de “revistas de rapazes” sexualmente explícitas, dirigidas a rapazes adolescentes que estão no mercado de trabalho, a aceitação da prostituição, a normalização dos clubes de strip-tease, lap dance e pole dance e os excessos da cultura de celebridades que presta culto às estrelas do cinema, TV e esporte, são partes integrais da nova humilhação das mulheres, dizem elas.

Em seu livro, Walter investiga a nova “cultura vulgar”, um produto do feminismo em que mulheres libertinas machonas sexualmente agressivas e beberronas são ensinadas a ostentar sua sexualidade como forma de aumentar o poder do feminismo.

Até 90 por cento dos rapazes adolescentes da Inglaterra confessam que viram pornografia explícita que é facilmente acessível na internet. Walter disse que os rapazes que não participam da cultura pornográfica são desprezados pelos seus colegas como “esquisitos”. Walter escreve acerca de meninas adolescentes se gabando de múltiplos encontros sexuais e diz que a “hipersexualização” da cultura tocou até mesmo as crianças do ensino primário.

“Nunca tivemos pornografia ou exploração sexual nessa escala. Os efeitos são incalculáveis, mas provavelmente ficaremos já fartos deles nas próximas décadas”, disse Banyard.

Os comentários ecoam os comentários do produtor musical Mike Stock, que disse para os meios de comunicação no começo deste mês que “Noventa e nove por cento das listas de músicas de sucesso é música popular e 99 por cento disso é pornografia sutil”.

Ao mesmo tempo, uma reportagem do jornal Daily Mail disse que os professores, inclusive aqueles de escolas primárias, estão enfrentando mais e mais incidentes de importunação sexual por parte de seus alunos.

As estatísticas que foram disponibilizadas sob a Lei de Liberdade de Informações oriundas de relatórios dos próprios professores mostravam um total de 305 “incidentes” no ano passado. Esses incidentes incluíam um envolvendo um menino de oito anos que lambeu a perna da professora e tocou nos seios dela, e outro em que um menino de seis anos fez comentários sexuais para uma professora de 49 anos em West Midlands.

Um adolescente de 16 anos anunciou para sua classe na Escócia sua intenção de estuprar sua professora e uma aluna exibiu rapidamente sua calcinha para um professor e então passou a “se massagear de um modo sexual” na frente dele. Outros relatórios diziam que crianças estão se acariciando em aula com o objetivo de envergonhar ou intimidar seus professores.

As estatísticas foram liberadas à medida que relatórios policiais mostram que crianças novas, até de seis anos, estão sendo presas por crimes graves, inclusive agressão e assalto.

(Notícia Pró-Família)
Share/Save/Bookmark
 
Related Posts with Thumbnails